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Sobre o Festival
Cerca
de 230 mil espectadores assistiram à programação deste ano |
Première Brasil
Cidade Baixa
é o melhor longa de ficção para o Júri Oficial

O diretor Sérgio Machado (esq.) recebeu o troféu oficial pelas mãos de Ricardo
Macieira, Secretário das Culturas da Prefeitura do Rio, patrocinadora do Festival
do Rio.
A Máquina é o longa preferido pelo público
 A cineasta Kátia Lund, integrante do Júri Oficial do Festival do Rio 2005, entregou o troféu ao diretor
João Falcão, que pela escolha popular recebeu o Prêmio Cinemark, no valor de R$ 20.000.
Premiações:
Além de troféus, os filmes escolhidos pelo Júri Oficial do Festival do Rio recebem prêmios em equipamentos Quanta
equivalentes a R$10.000 para longa de ficção; R$ 6.000 para documentário (que também leva um prêmio do Labocine de R$ 5.000 em serviços);
e R$ 4.000 para o curta.
O melhor documentário recebe ainda um prêmio especial da Globo Filmes, equivalente a R$ 100.000 em apoio de mídia para
lançamento do filme no Rio de Janeiro.
FOTOS DE DOMINIQUE VALANSI |
Melhor documentário

Joel Pizzini dirigiu 500 Almas, sobre o universo
mítico de uma etnia milenar do Pantanal, a Guató. |
Melhor curta

Curupira, de Fabio Mendonça (esq.) e Guilherme Ramalho,
combina mito e realidades do interior do Brasil. |
Melhor diretor

Crime Delicado deu a Beto Brant o troféu de melhor direção e o Prêmio Especial do Júri da Federação Internacional da Imprensa Cinematográfica (Fipresci). |
Prêmio Especial

Cinema, Aspirinas e Urubus, longa de estréia do diretor pernambucano
Marcelo Gomes, levou o Prêmio Especial do Júri oficial do Festival. |
Melhor ator

O ator baiano João Miguel levou o prêmio pela sua atuação como o retirante Ranulpho em
Cinema, Aspirinas e Urubus. |
Melhor atriz

Alice Braga conquistou o Júri com a segurança da sua interpretação e a sensualidade no papel
da "stripper" de Cidade Baixa. |
Voto popular
O público que prestigiou a Première Brasil também escolheu Do luto à luta, de Ewaldo Mocarzel (acima), como melhor documentário (com direito ao Prêmio Cinemark da categoria, no valor de R$
5.000), e Historietas assombradas - para crianças malcriadas, de Victor Hugo Borges (ao lado), o melhor curta. |
Por Historietas, o diretor Victor Borges recebeu ainda o Prêmio CTAV (que dá direito a uma cópia em 35 mm) e o Prêmio do Júri da Associação Brasileira de Documentarista e
Curta-metragista do Rio de Janeiro (ABD e C), este dividido com Entre Paredes, de Eric Laurence. |
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